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Sabado, 13 de Abril de 2024
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Homem encontrado morto às margens de rodovia em Porangatu faleceu de causas naturais, diz Polícia Científica

O corpo já estava em estado de putrefação. A Polícia Técnico-Científica explicou que nesse caso há poucas possibilidades de exames para se definir a causa da morte.

Homem encontrado morto às margens de rodovia em Porangatu faleceu de causas naturais, diz Polícia Científica
Imagem: reprodução Polícia Técnico-Científica
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Um homem de 34 anos foi encontrado morto às margens da GO 244, próximo a um frigorífico de Porangatu, na saída para Novo Planalto, norte de Goiás.

Na última sexta-feira (29), o corpo foi avistado por um dos trabalhadores do local que pensou que o indivíduo estava ali deitado e bêbado. No domingo (31), ao passar pelo mesmo lugar a testemunha viu que o homem permanecia no local e acionou a polícia.

O corpo que estava em estado de decomposição foi retirado pela Polícia Técnico-Científica por volta das 9h45 do mesmo dia.

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Após a autópsia, ficou constatado que se tratava de morte natural. Conforme informações Policia Técnico-Científica, o homem era natural de Mara Rosa e morava em Porangatu. O nome dele não foi divulgado. Depois de ser identificado, o corpo foi liberado para a esposa.

Procedimentos da Polícia Científica:

A Polícia Técnico-Científica é especializada em produzir provas técnicas, por meio da análise científica de vestígios, produzidas durante determinado crime ou acidente de trânsito.

A coordenadora do 7º Posto de Atendimento de Polícia Técnico-Científica de Porangatu (CRPTC), Juliana Cardoso, explicou que após realizada a autópsia em casos como esse (retratado acima), caso haja necessidade e possibilidade, são realizados exames complementares solicitados pelos peritos médicos Legistas.

"No entanto, quando a causa da morte é evidentemente natural ou sem indícios de violência, não há necessidade de fazer esses exames complementares, pois o foco do trabalho (da polícia científica) é somente nas mortes violentas", esclareceu.

Ela ainda afirmou que a polícia científica tem poucas possibilidades de exames quando boa parte dos órgãos já estão em processo de putrefação, sendo difícil definir a causa da morte nesse caso. "A partir dessa fase, existem poucas possibilidades de exames quanto às causas naturais; havendo grande interferência da fauna cadavérica no material orgânico do indivíduo, inviabiliza muitos exames nos diversos órgãos", afirmou.

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